Topics quentes fechar

Se estiver com infecção respiratória, não vá encontrar família no Natal, diz médica

Rosana Richtmann, infectologista do Instituto Emílio Ribas e do Grupo Santa Joana, pediu para que as pessoas façam testes antes das comemorações
Ouvir notícia

Rosana Richtmann, infectologista do Instituto Emílio Ribas e do Grupo Santa Joana, recomendou, nesta quinta-feira (23), em entrevista à CNN, que caso um individuo seja diagnosticado algum caso de infecção respiratória, como Influenza ou Covid-19, não se reúna com a família durante o Natal.

“Se estiver alguém que esteja com algum quadro clínico relacionado a qualquer infecção respiratória, não vá encontrar sua família. Isso é muito importante. Não vá expor o resto da família. Se tiver a oportunidade, faça a testagem antes de reunir, especialmente se alguém for mais vulnerável, como idosos ou pneumopatas”, declarou Richtmann.

A infectologista ainda deu dicas para as comemorações, como reuniões em locais abertos ou arejados, para melhor circulação de ar. Ainda  que pessoas da mesma família fiquem juntas nos momentos de retirar as máscaras, como durante a alimentação.

“Tente fazer núcleos familiares nas mesas conjuntas. Ou seja, aqueles que convivem na mesma casa, na hora da refeição, a mais importante, quando você irá retirar sua máscara para se alimentar”, concluiu.

Cuidados básicos ajudam a prevenir a Covid-19 e a gripe
  • 1 de 13

    Saiba como realizar festas de fim de ano de forma mais segura contra a Covid-19, de acordo com orientações da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Acesse a cartilha completa aqui.

    Crédito: Maxime/Unsplash
  • 2 de 13

    Adultos devem estar com o esquema vacinal completo (duas doses)

    Crédito: Valter de Paula/Secom/PMU
  • 3 de 13

    Crianças e adolescentes com 12 anos ou mais que já possam tomar a segunda dose devem procurar os postos de saúde

    Crédito: Adenir Britto/PMSJC
  • 4 de 13

    Para quem for indicada a dose de reforço, siga o calendário, garantindo maior proteção

    Crédito: Breno Esaki/Agência Saúde DF
  • 5 de 13

    Limite o número de pessoas de acordo com o tamanho do espaço para que não haja aglomeração

    Crédito: krakenimages/Unsplash
  • 6 de 13

    Dê preferência aos espaços abertos e mais ventilados, com janelas abertas e ventiladores, sempre que possível, evitando o uso de ar-condicionado

    Crédito: Maddi Bazzocco/Unsplash
  • 7 de 13

    Evite o uso de toalhas de pano. Tenha disponível sabão e papel para secagem de mãos no banheiro

    Crédito: Fran Jacquier/Unsplash
  • 8 de 13

    Disponibilize álcool em gel logo na entrada e nos ambientes

    Crédito: Kelly Sikkema/Unsplash
  • 9 de 13

    Deve-se proteger as crianças pequenas, que ainda não podem se vacinar, mantendo-as em lugares arejados

    Crédito: Tina Floersch/Unsplash
  • 10 de 13

    Pessoas idosas ou imunossuprimidas devem estar preferencialmente em lugares mais arejados e utilizar máscaras

    Crédito: Christian Bowen/Unsplash
  • 11 de 13

    Peça aos convidados que não compareçam se apresentarem sintomas, mesmo que leves

    Crédito: Getty Images (PeopleImages)
  • 12 de 13

    Se nem todos estiverem vacinados, combine o uso de máscaras, o distanciamento físico de pelo menos 1,5 m e higienização das mãos com água e sabão

    Crédito: Anton/Unsplash
  • 13 de 13

    Procure garantir condições para que todos possam comer, beber e conversar de forma mais protegida, como a distribuição das mesas e cadeiras e a separação por grupos para a ceia

    Crédito: Libby Penner/Unsplash

A prevenção se torna essencial no atual estágio do surto de gripe no país, porque a vacina disponível neste ano não foi projetada para conter justamente essa cepa que está em circulação, chamada de Darwin. Ela está entre mutações eleitas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no ano passado.

Todos os anos, a OMS escolhe dois subtipos de Influenza A (um do tipo H1N1 e outro do tipo H3N2) e duas cepas da gripe Influenza B (linhagens Yamagata e Victoria).

A cepa Darwin, identificada em amostras coletadas pelas chamadas unidades sentinelas da vigilância da gripe, pertence ao grupo dos vírus H3N2, mas, neste ano, a mutação escolhida para a vacina foi outra, a cepa chamada de Hong Kong.

Compartilhe:

Notícias semelhantes