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Paulo Leitão, militante da extrema direita e apoiador do nazismo, é encontrado morto

O instrutor de academia tinha 48 anos e teve o seu perfil nas redes sociais removido após distorcer fatos históricos e criticar medidas de contenção ao coronavírus

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Paulo Leitão, consultor de musculação estética, militante da extrema direita e defensor das ideias do nazismo, foi encontrado morto neste sábado (25) em sua casa em Natal (RN). O homem tinha 48 anos.

A informação foi confirmada pelo Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep). De acordo com as primeiras informações, a suspeita é que a morte tenha ocorrido por causas naturais.

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O instrutor de ginástica era natural de Natal e teve a sua conta no Instagram deletada após publicações onde defendia os ideais nazistas e também por distorcer fatos históricos.

Em uma de suas postagens, Paulo Leitão postou que o diário escrito por Anne Frank, uma garota judia morta por nazistas no campo de concentração de Bergen-Belsen, na Alemanha. O diário de Anne Frank foi transformado em livro por seu pai, única pessoa da família a sobreviver ao holocausto.

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Posteriormente, Paulo Leitão fez uma postagem em suas redes incentivando as pessoas a desobedecerem às regras de isolamento social para conter o coronavírus.

Por conta da postagem contra as medidas sanitárias de isolamento social, Leitão foi autuado pela Polícia Civil do RN por suspeita de apologia contra as medidas sanitárias.

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Em um vídeo, Paulo Leitão debochou dos mortos da Covid. “Eu estava errado e as pessoas que estavam certas. Existe realmente uma epidemia gigantesca, inclusive, eu vou pedir ao motorista aqui para desviar dos cadáveres. Tá cheio de cadáver na rua né por causa do coronavírus”, debochou.

Paulo Leitão teve seu perfil no Instagram removido por defender o nazismo/Foto: reprodução Brasil 247
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Com informações do Brasil 247

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