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Em último pregão antes do Natal, Ibovespa fecha em queda e perde 105 mil pontos; dólar, quase estável, ...

Atualizado às 19h10 O Ibovespa abriu o dia com leve alta (0,14%) na manhã desta quinta-feira (23), mas reverteu os...

Atualizado às 19h10

O Ibovespa abriu o dia com leve alta (0,14%) na manhã desta quinta-feira (23), mas reverteu os ganhos e fechou no negativo o último pregão antes do feriado de Natal, perdendo o patamar dos 105 mil pontos. O principal índice da bolsa brasileira recuou 0,33% aos 104.891 pontos.

Já o dólar fechou perto da estabilidade nesta quinta-feira, contido por duas intervenções do Banco Central com venda de moeda, após a cotação saltar acima de R$ 5,70 e a divisa brasileira liderar as perdas no mundo. No fechamento de hoje, a moeda americana mostrou variação negativa de 0,08%, a R$ 5,663 reais. Na semana, a moeda caiu 0,37%, reduzindo os ganhos em dezembro para 0,47%. Em 2021, a cotação salta 9,09%.

Wall St tem fechamento recorde com queda em preocupações sobre Ômicron

Os principais índices de Wall Street fecharam com fortes ganhos pela terceira sessão consecutiva nesta quinta-feira, com o S&P 500 marcando um fechamento recorde, depois que dados encorajadores deram aos investidores mais calma sobre o impacto econômico da variante Ômicron do coronavírus, o que melhorou o clima antes do feriado de Natal.

Os ganhos foram amplos entre os setores do S&P 500, liderados por bens de consumo discricionários e industriais, que tiveram alta de cerca de 1,2%. Os fabricantes de vacinas AstraZeneca e Novavax disseram que seus produtos registraram proteção contra a Ômicron, pois dados do Reino Unido sugeriram que a cepa pode causar proporcionalmente menos casos de hospitalizações do que a variante Delta. A chegada da Ômicron ajudou a aumentar a volatilidade do mercado durante grande parte do último mês de 2021, no que foi um ano forte para as ações.

O índice S&P 500 fechou em alta de 0,62%, a 4.725,79 pontos. O Dow Jones teve ganho de 0,55%, a 35.950,56 pontos. O índice Nasdaq Composite avançou 0,85%, a 15.653,37 pontos. O S&P 500 teve valorização pelo terceiro dia, após cair nas três sessões anteriores. Na semana, o S&P 500 subiu 2,3%, o Dow teve ganho de cerca de 1,7% e o Nasdaq avançou 3,2%.

Ações europeias atingem máxima de um mês com redução de temores por Ômicron

O mercado acionário europeu atingiu máxima de um mês nesta quinta-feira, liderado pelos ganhos em ações bancárias uma vez que os sinais de que o impacto da variante Ômicron pode ser menos grave do que se temia levaram à melhora do apetite por risco.

O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em alta de 0,97%, a 483,01 pontos, marcando a terceira sessão seguida de ganhos, impulsionado pelas ações de bancos e viagem e acompanhando rali global ajudado também por fortes dados econômicos dos Estados Unidos.

Dois fabricantes de vacinas disseram que seus imunizantes protegem contra a Ômicron e dados do Reino Unido sugerem que ela pode causar proporcionalmente menos hospitalizações do que a cepa Delta do coronavírus, embora especialistas em saúde pública alertem que a batalha contra a Covid-19 está longe do fim.

“A onda da Ômicron não vai prejudicar a recuperação econômica que está em andamento. Pode atrasá-la, mas 2022 terá um ambiente econômico atrativo e saudável”, disse Philip Petursson, estrategista-chefe de investimento do IG Wealth Management.

Os rendimentos dos títulos dos governos europeus subiram pela quarta sessão seguida enquanto as taxas dos Treasuries avançaram para máximas em duas semanas, com o retorno do sentimento de risco ao mercado reduzindo a necessidade da segurança da dívida e ajudando a elevar as ações de bancos.

O STOXX 600 caminha para subir cerca de 21% este ano, contra ganho de 26% do S&P 500 e a apenas 1,5% de suas máximas recordes.

Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 0,43%, a 7.373,34 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 1,04%, a 15.756,31 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,77%, a 7.106,15 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,70%, a 27.016,22 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 1,24%, a 8.563,70 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 0,98%, a 5.513,33 pontos.

Nova variante e surto de gripe derrubam ações do setor de saúde

Os mercados internacionais já estão com os olhos voltados para a nova variante de covid-19. As incertezas em relação a Ômicron preocupada investidores em todo o mundo e obrigada alguns países da Europa a decretar lockdown.

A Bolsa brasileira também foi contaminada pela incerteza da nova cepa, além de dados pouco animadores de inflação e criação de postos de trabalhos divulgados nesta manhã. O Ibovespa opera em queda e perde o patamar dos 105 mil pontos no último pregão antes do feriado de Natal.

As empresas do setor da saúde também enfrentam um dia desafiador diante do cenário de instabilidade da nova variante, além do surto de gripe que o Brasil enfrenta.

Por volta das 14h30, as ações da Sulamérica (-3,28%), Hapvida (-2,62%) e Intermédica (-2,85%) estavam entre as maiores quedas do dia.

S&P 500 ronda máxima recorde com menor temor sobre Ômicron

Os principais índices de Wall Street subiam pela terceira sessão consecutiva nesta quinta-feira, após dados iniciais sugerirem que a variante Ômicron do coronavírus é menos grave do que o temido, melhorando o humor do mercado antes do fim de semana prolongado do Natal.

O S&P 500 estava perto de sua máxima recorde alcançada em 22 de novembro, numa sessão de ganhos amplos entre os setores, incluindo ações relacionadas a viagens –altamente sensíveis a notícias relacionadas à pandemia.

Dois fabricantes de vacinas disseram que seus imunizantes ofereciam proteção contra o Ômicron. Isso depois de informações do Reino Unido sugerirem que a cepa pode causar proporcionalmente menos hospitalizações do que a variante Delta, apoiando conclusões alcançadas na África do Sul.

Funcionários da Organização Mundial da Saúde (OMS), no entanto, alertaram contra tirar conclusões firmes sobre a virulência da Ômicron.

À medida que investidores entram no novo ano após o que tem sido um excelente 2021 para os mercados de ações, espera-se que o impacto da variante Ômicron na economia global permaneça no foco.

Dólar volta a superar R$5,70 e mantém volatilidade com liquidez menor

O dólar acelerou os ganhos e voltou a cruzar a barreira dos R$ 5,70 nesta quinta-feira, com a menor liquidez exacerbando os efeitos das compras de moeda, que ocorriam conforme investidores avaliavam dados nos EUA e o cenário doméstico à medida que o ano eleitoral se aproxima.

De forma geral, apesar de momentos de trégua, o mercado segue vendo o nível de risco associado ao Brasil compatível com uma taxa de câmbio entre R$ 5,60 e R$ 5,70 por dólar, em meio a dúvidas sobre como será a condução da política fiscal no ano que vem e, sobretudo, quais serão as diretrizes do governo a ser eleito em outubro de 2022.

Às 12:46 (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,71%, a R$ 5,7087 na venda. Na máxima, alcançada no fim da manhã, a cotação foi a R$ 5,7202, alta de 0,91%. Mais cedo, chegou a cair 0,74%, a R$ 5,6267.

Wall St sobe na abertura com alívio de temores sobre Ômicron

Os principais índices de Wall Street abriram em alta nesta quinta-feira depois de dados sugerirem que a variante Ômicron do coronavírus é muito menos grave do que se temia.

O Dow Jones Industrial Average tinha ganho de 0,08% na abertura, enquanto o S&P 500 subia 0,16% e o Nasdaq Composite ganhava 0,15%.

Dólar ganha força após dados dos EUA e volta a se aproximar de R$ 5,70O dólar subia ante o real nesta quinta-feira, abandonando a queda de mais cedo, com uma tomada de fôlego da moeda norte-americana no exterior após dados de inflação referendarem apostas de alta de juros nos EUA em 2022.

Às 11:34 (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,43%, a R$ 5,6927 na venda. Na máxima, alcançada há pouco, a cotação foi a R$ 5,6957, alta de 0,48%. Mais cedo, chegou a cair 0,74%, a R$ 5,6267.

Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,63%, a R$ 5,6980, após recuar 0,47% mais cedo.

Juros mais altos nos EUA criam reveses a mercados emergentes, que podem perder fluxos de recursos para a segurança dos mercados norte-americanos –o que por sua vez tende a valorizar o dólar.

Wall St sobe na abertura com alívio de temores sobre Ômicron

Os principais índices de Wall Street abriram em alta nesta quinta-feira depois de dados sugerirem que a variante Ômicron do coronavírus é muito menos grave do que se temia.

O Dow Jones Industrial Average tinha ganho de 0,08% na abertura, enquanto o S&P 500 subia 0,16% e o Nasdaq Composite ganhava 0,15%.

Instabilidade marca pregão do Ibovespa mesmo após PCE dos EUA, Caged e IPCA-15

Notícias positivas sobre o nível de contaminação da variante Ômicron de coronavírus e sobre vacina da AstraZeneca estimulam alta dos mercados acionários internacionais. O ganho, contudo, é moderado, dado que as incertezas sobre a nova cepa continuam, à medida que segue se espalhando, especialmente na Europa, colocando em risco o crescimento mundial.

É nessa toada que o Ibovespa abriu o último pregão da semana, já que amanhã a Bolsa não abre por causa da folga de Natal. Contudo, o índice passou a operar com leve baixa após a divulgação de dados americanos. Se ainda subir, pode atenuar a perda semanal (-1,89%) e a do ano (-11,67%), além de elevar a do mês (alta de 3,15%).

No entanto, como o período é tradicionalmente caracterizado por baixa liquidez, isso dificulta um norte para a Bolsa, provocando oscilação considerável. Ontem, o índice Bovespa fechou o pregão em baixa de 0,24%, aos 105.243,72 mil pontos. O giro foi de apenas R$ 18,5 bilhões, inferior à média diária na faixa de R$ 30 bilhões.

Antes da divulgação do PCE americano, índice de inflação preferido do Federal Reserve (Fed), o investidor local avalia o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15). O indicador arrefeceu a 0,78% em dezembro, abaixo da mediana das estimativas de 0,82%, fechando o ano em 10,42%.

Apesar da desaceleração na margem, não chega a animar, tampouco o Caged acima do esperado (geração de 324.112 vagas em novembro, ante teto das estimativas de 268.315). “Precisaríamos ter um conjunto de dados com resultados mais robusto para empolgar o mercado. Tivemos uma série de dados ruins. Não são só IPCA-15 e Caged que farão a Bolsa empolgar, é preciso um movimento positivo de relevância”, avalia Júlio Pinelli, especialista em renda variável da Delta Flow Investimentos.

Nos EUA, os gastos com consumo avançaram 0,6% entre outubro e novembro. A renda pessoal subiu 0,4% no mesmo intervalo. Os números vieram em linha com as expectativas. De certa forma, reforçando que o Fed deve continuar elevando a retirada do tapering e antecipara a alta de juros nos EUA.

Nesta semana, o PIB dos EUA foi informado, ficando com alta anualizada de 2,3% no terceiro trimestre, ante previsão de 2,1%. “Corrobora com postura do Fed que se prepara para encerrar o programa de compra de títulos no ano que vem, e depois ver três altas dos juros”, cita Eduardo Teles, Broker de Mesa de Renda Variável da Blue3.

Além disso e das preocupações mundiais com a covid-19, Teles acrescenta que, aqui no Brasil, tem o risco fiscal que preocupa e já está no radar. “O Orçamento da União foi aprovado e segue para sanção presidencial. Após o alargamento do teto e não pagamento dos precatórios, o orçamento parece cabível mas deve ter dificuldade para ser executado”, estima.

Além da valorização das bolsas internacionais, as commodities avançam, caso do petróleo, ainda que de forma moderada, fazendo com que Petrobras suba em torno de 0,20%. Aliás, sobre a petrolífera, ainda está no radar do mercado a informação de que a empresa finalizou a venda para a PetroRecôncavo da totalidade de sua participação em 12 campos terrestres de exploração e produção (Polo Remanso), localizados no Estado da Bahia.

A Petrobras também informou que apresentou à ANP a revisão do Plano de Desenvolvimento (PD) da jazida compartilhada de Tupi e da Área de Iracema.

Já o minério de ferro fechou com alta de 2,40%, no porto chinês de Qingdao, a US$ 126,35 a tonelada. Ainda assim as ações de mineradoras e siderurgia caem, em meio a temores com novos fechamentos de atividades em várias partes do globo por causa da Ômicron, apesar de algumas notícias positivas.

Epidemiologistas comemoraram dados de estudos publicados ontem que sugerem que as pessoas infectadas pela nova variante do coronavírus correm risco significativamente menor de hospitalização do que aquelas que se contaminaram com a cepa Delta.

Além disso, ontem o FDA (agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA) aprovou o uso emergencial da pílula desenvolvida pela Pfizer para o tratamento da Covid-19 e ambas AstraZeneca e Novavax afirmaram que suas vacinas oferecem proteção contra a nova cepa. “Esse tom mais otimista permeia os mercados hoje”, avalia em nota Lucas Collazo, especialista em investimentos da Rico.

Ações de frigoríficos operam em alta após Marfrig anunciar pagamento de proventos

As empresas do setor frigorifico operam em alta nesta quinta-feira (23), último pregão antes do feriado de Natal. Às 10h44, as ações da Minerva (2,22%), BRF (2,03%) e Marfrig (1,97%) estavam entre as maiores altas da B3. A JBS, outra gigante do setor, também tem um dia positivo com avanço de 1,71%.

Nesta quarta-feira (22), a Marfrig anunciou que pagará dividendo de R$ 1,25 por ação no dia 29 de dezembro. Terão direito aos dividendos pessoas físicas e jurídicas inscritas como acionistas da companhia na data-base de 21 de dezembro deste ano, respeitadas as negociações realizadas até essa data.

Além disso, hoje a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou um negócio que envolve a aquisição pela Marfrig da Quiq, uma joint-venture estruturada para atuar com uma plataforma de gestão tecnológica em pedidos de comida online, visando a agregação e otimização de diferentes atividades desenvolvidas pelos seus acionistas.

Brasil abre 324.112 vagas formais de trabalho em novembro, segundo Caged

O Brasil abriu 324.112 vagas formais de trabalho em novembro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado nesta quinta-feira pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

No acumulado do ano, foram gerados, em termos líquidos, 2.992.898 postos de trabalho

IPCA-15 sobe 0,78% em dezembro e fecha 2021 com alta acumulada de 10,42%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,78% em dezembro, após ter avançado 1,17% em novembro, informou nesta quinta-feira, 23, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado anunciado nesta quinta-feira, o IPCA-15 acumulou um aumento de 10,42% no ano de 2021.

Investidor estrangeiro ingressa com R$ 63,854 milhões na B3 no dia 21

Os investidores estrangeiros ingressaram com R$ 63,854 milhões na B3 na sessão da terça-feira, 21. No mês, os investidores estrangeiros entraram com R$ 9,253 bilhões na Bolsa. O montante é resultado de compras acumuladas de R$ 278,781 bilhões e vendas de R$ 269,528 bilhões. No acumulado do ano, o fluxo está positivo em R$ 65,464 bilhões.

No dia 21, o Ibovespa fechou aos 105.499,88 pontos, valorização de 0,46%, após correr entre mínima aos 105.019,78 pontos e máxima aos 105.905,69 pontos, com giro reduzido, na casa de R$ 22 bilhões.

Já os investidores institucionais entraram com R$ 89,862 milhões na B3 na sessão. Em dezembro, os investidores institucionais retiraram R$ 9,320 bilhões da Bolsa. O montante é resultado de compras de R$ 131,621 bilhões e vendas de R$ 140,942 bilhões.

No mesmo dia, os investidores individuais retiraram R$ 239,369 milhões da B3. No mês, esses investidores retiraram R$ 1,266 bilhão na Bolsa, resultado de compras de R$ 73,744 bilhões e vendas de R$ 75,011 bilhões.

As empresas públicas e privadas, por sua vez, ingressaram com R$ 82,657 milhões da B3 no dia 21. Em dezembro, tal tipo de investidor entrou com R$ 1,005 bilhão na Bolsa. O valor é resultado de compras de R$ 7,052 bilhões e vendas de R$ 6,046 bilhões.

Por fim, as instituições financeiras ingressaram com R$ 10,865 milhões na B3 no dia em questão. No mês de dezembro, o ingresso líquido do segmento foi de R$ 675,177 milhões na Bolsa, com compras de R$ 21,408 bilhões e vendas de R$ 20,733 bilhões.

Bolsas da Ásia fecham em alta, seguindo NY e diante de notícias sobre Ômicron

As bolsas asiáticas registraram ganhos no pregão desta quinta-feira, 23, o último em que todos os mercados do continente operam regularmente antes do feriado na véspera de Natal. O apetite por risco de investidores seguiu os avanços do mercado acionário em Nova York, e foi impulsionado pelo noticiário da pandemia de covid-19, tido como positivo por operadores após estudos indicarem gravidade menor em casos de infecção pela variante Ômicron do coronavírus.

O índice japonês Nikkei teve avanço de 0,83%, aos 28.798,37 pontos. Com as reavaliações em torno do impacto da Ômicron sobre a atividade global, companhias aéreas como a ANA Holdings (+2,33%) estiveram entre as ganhadoras do dia em Tóquio.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,40%, aos 23.193,64 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi avançou 0,46%, aos 2.998,17 pontos, apoiado por ações de companhias de tecnologia, como LG Innotek (+7,75%) e Samsung (+5,79%).

Na China continental, o Xangai Composto teve alta de 0,57%, a 3.643,34 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto subiu 0,18%, a 2.524,74 pontos. O Taiex também registrou desempenho positivo em Taiwan, ganhando 0,67%, a 7.946,66 pontos.

Em relatório, o Rabobank aponta que é “sempre difícil racionalizar o movimento dos mercados nesta época do ano, devido à baixa liquidez e falta de disposição e capacidade dos operadores para assumir novas posições”. Ainda assim, o banco holandês ressalta que é “importante mencionar” estudos conduzidos na África do Sul que mostram uma taxa de hospitalizações menor após infecção pela Ômicron em comparação com a delta.

“No entanto, a transmissibilidade muito maior da variante Ômicron ainda significa que não há certeza quando se trata do rigor das restrições que são necessárias para manter os números gerais em hospitais abaixo do ponto de saturação dos sistemas de saúde”, alerta o Rabobank.

Ainda no noticiário da pandemia, a AstraZeneca divulgou nesta quinta que uma análise laboratorial conduzida pela Universidade de Oxford mostrou que sua vacina contra a doença foi eficaz na prevenção a infecções pela Ômicron após uma terceira dose, mostrando resultados similares aos observados contra a delta após um regime regular de duas doses. Nos EUA, a Pfizer obteve autorização emergencial do órgão regulador para comercializar sua pílula “anti-covid”.

Nesta quinta-feira, o Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) divulgou discurso do seu presidente Haruhiko Kuroda, no qual o dirigente reafirmou o compromisso do BC japonês em manter as condições financeiras acomodatícias até que a meta de inflação de 2% ao ano seja atingida de forma sustentável.

Na Oceania, a bolsa australiana seguiu o movimento na Ásia e o índice S&P/ASX avançou 0,31%, aos 7.387,60 pontos.

(Com Estadão Conteúdo e Reuters)

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